sexta-feira, 28 de abril de 2006

A minha 2ª mala está a caminho



Um bocadinho já está feito, lá arranjei um tempito enquanto as miúdas viam os Morangos com açucar, e sentei-me ao pé delas a inventar.
E então, que tal?
De momento não parece grande coisa, vamos lá ver como fica.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Projectos para um futuro próximo

Ando aqui a majicar como vou fazer a minha próxima mala.
Já decidi que vai ser de macramé, e até já tenho os materiais, mas ainda não sei como fazê-la.
Não há-de ser nada.
Também tenho os cortinados das minhas filhas para fazer. Os tecidos já cá estão, e a ideia também, falta o tempo.
Para agravar as coisas, a minha filhota mais nova também quer um puf. Vai ser um problema, porque ela quer em forma da cão cor-de-rosa!!!!!
Bem, do mal o menos, o enchimento já cá canta, tecidos tenho aos montes (só não tenho cor-de-rosa, vou ter de lhe dar a volta), a ideia está a ser fabricada, falta-me o tempo...Os dias deviam ter pelo menos mais 12 horas.
Enfim, tenho é que me despachar , porque a mais velha não deixa a pequena usar o seu puf, e todos os dia há gritos e guerras. Mas isso faz parte da vida, não é?

O meu pisa papeis

Sempre que venho um bocadinho para o PC, tenho sempre que aturar o meu pisa papeis.
Ele é grande, macio, quentinho, e muito teimoso. O problema todo é que adora o PC, e até chega a empurrar-me para se deitar no teclado ou na minha papelada, para ver melhor o que acontece no ecrã.
Tem 10 anos, chama-se Mozart, e é um amor de gato

quarta-feira, 19 de abril de 2006

A minha 1ª mala



Estava a precisar de uma mala.
Deitei mãos á obra e foi este o resultado.
Que trabalheira!!!!

quarta-feira, 12 de abril de 2006

Baixinho


O Baixinho é a minha ultima obra, e já tem dono.
É para o meu afilhado.

Fim de História


Quando chegamos ao fim da vida, poucos são aqueles que nos querem.

Um dia andava eu nas ruas de Lisboa quando passou por mim alguém enrolado num cobertor esfarrapado. Cabelo desgrenhado caído no rosto...

Fiquei parada, petrificada perante a indiferênça da multidão.

Ninguém queria ver!
Ninguém se queria lembrar que um dia...

Quem conhece o seu fim?

terça-feira, 11 de abril de 2006

Planeta azul



Oceanos límpidos, Terras maravilhosas, Paraísos imensos perdidos no Cosmos sem fim...

Até que surgiu o homem...
E o Paraíso tornou-se no purgatório!

Agora as mãos destruídoras, terão de ser construtoras de um novo Paraíso...
irão a tempo?

A vergonha do homem




Todos os homens nascem livres, não somos de nimguém.

Somos de nós mesmos, evoluímos como seres únicos.

Que vergonha termos evoluído á custa dos nossos semelhantes, como se eles não fossem nada, apenas máquinas substituiveis e sem valor.

Isto foi no passado... Será que foi?
E agora? Quando é que aprendemos a respeitarmo-nos?

Amigos para a vida



Porque as crianças gostam sempre de animais, e porque eles as adoptam como seus semelhantes, e as protegem com a própria vida.

Porque nós adultos não sabemos reconhecer um amigo quando ele está diante de nós, e encontramos sempre tantas diferenças entre raças.

Porque eles ao caminharem com quatro patas e elas ao gatinharem com quatro membros, (e ao fazerem tantas coisas que para nós adultos , são impróprias), fazem de todos eles seres tão idênticos.

Porque alguns de nós os amam, e outros se esquecem que também já gatinharam com quatro membros.