terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Novamente

Continuo cada vez mais aborrecida com os chineses.
Cada cultura tem a sua forma de viver, tem as suas tradições...
Mas ser-se mau, insensível e orgulhar-se do mal que se faz, já é outra coisa.

http://www.hi5.com/friend/video/displayViewVideo.do?videoId=2157390&ownerId=64342616

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Alegria no Rossio de Viseu





Hoje de manhã a baixa de Viseu estava assim.


A alegria, a cor e a felicidade saíram á rua para nos fazerem sorrir.


Para nos fazerem esquecer os momentos maus, e as cambalhotas da vida.


Estavam lá todos:





Os que todos esquecem, mas também gostam de brincar,











Os grupos alegres e bem dispostos, cheios de genica,

















As bonequinhas que já não tem perninhas para aguentar o desfile.














As mais idosas que mostram a sua força,














O musico











Enfim a multidão
Até Sº Pedro nos deu tréguas nesta manhã (sim, porque de tarde foi o que se viu), obrigado Sº Pedro.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Problemas

Parece que alguns de vós têm andado com dificuldades em entrar neste blog.
Eu tenho estado a tentar resolver o problema , mas como não sou grande perita em PC, isto parece-me complicadissimo.
Não tenho vírus ou qualquer membro da família (pelo menos é o que me diz o PC), por isso peço-vos ajuda, naquilo que poderem ou souberem.

Se entretanto já conseguem entrar, por favor comentem só para eu saber que entraram.
Beijos

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Mozart - o meu amigo do PC


Sempre , mas sempre que venho aqui visitar-vos, é isto que tenho de aturar.

Por acaso desta vez ficou com o dicionário, porque geralmente fica com o tapete do rato e a cauda no teclado. quando não fica também com o teclado todo. Enfim...

Simpático não?

Uma coisa vos digo: Nunca estou sozinha, ele está sempre comigo.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Meti-me em mais um sarilho



Como não posso estar parada, e como ainda ando ás voltas com os fatos de Carnaval, e como também ainda não fiz o jardim, arranjei outro problema para resolver.


Há vários anos que ando a pensar em fazer uma toalha bordada para a minha mesa de casa de jantar.



No dia 25 lancei-me de cabeça sem pensar muito no sarilho em que me estava a meter. O pano já eu cá tinha em casa à algum tempo, e pronto foi desta.


Comecei a tirar os fios para a bainha aberta, mas o desenho do bordado ainda não decidi qual vai ser. Ela mede 1,75 x 2,40 m o que , está-se mesmo a ver, vai demorar um tempão, até porque tenho o triste hábito de complicar tudo em que me meto.


Na foto de cima já tinha tirado os fios, 20 de cada lado, e alinhavado as bainhas. Agora já consegui dar a primeira volta (ainda faltam mais duas).


Nesta foto consegue-se ver já um bocadinho da 2ª volta.





Voltarei a dar noticias aqui do sarilho em que me meti.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Estrela



















Já que a neve não vem até nós, fomos nós até ela.

A estrela está linda, sem demasiada neve, mas com suficiente para deliciar a vista.


O matizado do branco imaculado com as rochas escuras, para mim é mais bonito do que a imensidão de branco.
A qualidade das fotos pode não ser muito boa , porque foram tiradas com o carro em andamento

Anónimos

Quero pedir desculpa aos meus amigos blogistas, mas mais uma vêz tive de activar a moderação de comentários.
Os anormalecos do "anónimos" voltaram, e eu não estou para os aturar.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Acabei mais um



Terminei este lençol que andava a bordar há mais ou menos dois anos.


É enorme, tem 2,80m de largura por 3,00 m .


É bordado em algodão com linha de seda. Aqui só mostro o centro, para se poder vêr bem o desenho. Tem baínha aberta e também tem as fronhas.

SIM OU NÃO

Digo não
Ás crianças mal tratadas.
Digo não
Aos orfanatos cheios de gente pequenina, que foi excluída á nascença.
Digo não
A estas crianças que nascem, e que são deitadas no lixo, ainda vivas.
Digo não
Àquelas que nascem, e que são mortas pelas mães, e deitadas fora...
Digo não
Ás mulheres que são punidas por não quererem deixar avançar uma vida não desejada.
Digo não
Ao regime que só pune as mulheres, e deixa os homens impunes, para elas sofrerem sozinhas, um acto feito a dois.
Digo não
Ás mulheres que morrem nas mãos de uma qualquer "talhante de vão de escada", que nem sabe o que está a fazer.

Como dizer a uma pessoa, que foi deitada no lixo quando nasceu?
Como dizer que alguém a meteu dentro de um saco de plástico , e a deitou para as silvas?
Como explicar a alguém, que a tentaram matar quando nasceu, e lutava pela vida nos seus primeiros minutos?
Que pessoas vão ser estas pela vida fora?
Que opções vão tomar em relação á sociedade?

Mas

Digo sim
Ás crianças amadas , e desejadas, para puderem um dia tomarem as opções correctas na vida.
Digo sim
Ao direito de nascer com pai e mãe felizes por acolherem uma nova vida desejada a dois.
Digo sim
Ao direito de uma mulher ser livre de decidir o seu próprio futuro
Sem medo
Sem culpa
Sem dedos apontados,
por ter retirado de dentro de si , algo que ainda não tinha um coração a bater.

Porque sou filha de uma mulher que não foi desejada pela mãe .
Porque sou neta de uma mulher que ficou com problemas ,
devido ás "carniceiras de vão de escada".
Porque alguém conhecido já morreu por isto.


Porque sou mulher
Porque amo a vida
Porque todos temos o direito de sermos amados .
Porque todos temos o direito a uma familia.


sim

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Já passou


Já estou melhor, ataquei a gripe com todas as armas que tinha e ela viu-se obrigada a recuar. Claro que como em todas as guerras, deixou algumas mazelas, mas estas curam-se facilmente.
Uma das armas eficazes foi o vosso apoio dado nos vossos comentários tão simpáticos. Obrigado a todos.

Bem, mas voltando á luta, o Carnaval está á porta, e aí vêm os fatos para fazer, e principalmente inventar.
Todos os anos faço pelo menos um, inventado por mim, pois não sou capaz de copiá-lo por inteiro de outro lado.

O diabinho aqui do lado é uma das minha criações. Não se vê muito bem mas ela tinha uma cauda a aparecer por baixo do vestido, e a forquilha era mole para poder bater em todos.
A princesa medieval tinha de aturar as maldades daquela diaba, por isso estava com um ar tão triste.

E este ano? Iram de quê?
A mais velha diz que já não tem idade, a mais nova quer ser rainha.

Mãos á obra que se faz tarde.