segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

É Natal

Já todos sabem que esta não é a minha época preferida do ano, e não vou aqui repetir novamente tudo o que já disse. Mas como nenhum vós tem culpa nenhuma, desejo a todos os amigos que encontrei por aqui, aqueles que só me visitam de vez em quando, aos que apareceram por acaso, aqueles que vêm e não voltam porque acham isto uma grande treta... enfim a todos
UM FELIZ NATAL.
Tangled Lights 3D Magical Snowman





quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A.S.A.E.

A A.S.A.E. anda a exagerar um bocadinho connosco não acham?

To: Ministério da Economia e Inovação da Republica Portuguesa

A A.S.A.E., Autoridade de Segurança Alimentar e Económica tem vindo a impor sobre a restauração portuguesa um conjunto de regras e obrigações que em nada favorecem o povo português, pondo inclusivamente em causa valores culturais da nossa sociedade. Sob a bandeira da higiene e da segurança e escondidas atrás de supostas regras comunitárias (que não parecem estar em vigor em mais nenhum país da União Europeia), a A.S.A.E. instaurou um conjunto de medidas que vão desde a proibição da venda de produtos alimentares não empacotados, à proibição da utilização de chávenas de porcelana para chás e cafés, ou de copos de vidro para outras bebidas. De acordo com estes regulamentos todos os alimentos devem estar empacotados e etiquetados com prazos de validade, mesmo os preparados no próprio local de venda e as bebidas deverão ser servidas em copos de plástico. Além dos duvidosos e obsessivos principios higiénicos em que estas medidas se inserem, estas são de um cariz claramente anti-ambiental, estando em causa um drámatico aumento da produção de lixo, essencialmente plástico, um material resultante da refinação do petróleo. Em vez de uma política dos três R(reduzir, reutilizar, reciclar), temos aqui uma política do desperdício e da total falta de consciência ambiental. Depois há naturalmente a questão cultural. Como nos podem exigir que bebamos café em copos de plástico, como podem impedir a venda de bolas de Berlim nas praias, ou proibir que os cafés vendam produtos de fabrico próprio não empacotados? Os cafés sabem sempre melhor numa chávena e os produtos acabados de fazer, que tantas vezes chamamos "frescos", são aqueles que nos atraem aos locais onde são feitos? Contra a subserviência ao monopolio dos plásticos e do petróleo e a favor da tradições do bem comer e bem beber portuguesas, assinamos esta petição. Não podemos permitir que estraguem aquilo que de melhor existe no nosso país e, de certa forma, aquilo que faz de todos nós portugueses. Não à implementação das novas medidas de higiene alimentar da A.S.A.E., já!
Sincerely,
The Undersigned

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Passeando


Pois é, aquele lugar é muito bonito e para quem não conseguiu perceber onde estava, aqui fica o que estava atrás de mim Agora já todos sabem não é verdade?
Desta vez foi tempo de mostrar a Torre de Belém ás miúdas.
Na verdade eu própria nunca tinha lá entrado. Perdi a conta das vezes que andei por ali a passear com o meu avô em miúda, só que nessa altura estes edifícios estavam fechados ao público, e conhecer, só mesmo por fora.

O Padrão dos descobrimentos é outro lugar em que nunca entrei, e desta vez foi mais uma. Já passava das 17h e estava quase a fechar. Não valia a pena. Tínhamos também a viagem de regresso a casa para fazer (que não é curta) e ainda o jantar para resolver, porque quem tem crianças não pode comer qualquer coisita e pronto, não é assim?

Lá viemos nós embora a olhar os Jerónimos em toda a sua imponência e a prometer que da próxima é para lá que vamos cheios de tempo só para ele...Mentira, só para ele não. Temos de deixar um tempinho para os pastelinhos de Belém, que já não me passam pela goela há variadíssimos anos.


Para ser muito honesta, e modéstia á parte, eu faço uns pastelinhos de nata que não lhes ficam nada atrás, até porque o mestre pasteleiro que me ensinou, garantiu que a receita é a mesma. Claro que todos sabemos que eles têm "aquele "segredinho bem guardado que é comum a todos os bolos regionais, e que não se dá a ninguém. Caso contrário deixaria de ser segredo e todas as pastelarias copiavam.


Mas aqui para as minhas fãs, eles são muito melhores. Claro que nunca comeram os originais,he, he, he.
(Para quem não sabe os Pastéis de Belém são a receita original dos famosos pastéis de Nata que se comem por todo o país, e que aqui em Viseu já se fazem do dobro do tamanho).





Cá estão os meus acabadinhos de sair do forno...
(vou contar um segredo: Esta foto está no meu ambiente de trabalho. )











E aqui estou eu a desenformá-los...

Ummm.... Agora ia um, com canela polvilhada por cima.

Aliás este é um dos doces que faço no Natal, para todos comerem á descrição. Estou farta de fritos. Só fazem mal e na verdade só são bons no dia e ainda quentinhos. eu até gosto dos "Sonhos de abóbora", das "Rabanadas"...mas no dia seguinte já não têm gracinha nenhuma e acabam no lixo ao fim de uma semana. Portanto virei-me para estas coisinhas mais docinhas.
E o "Arroz Doce"? Adoro, e durante o Inverno faço muitas vezes.






Para acabar quero aqui deixar este espacinho que encontrei e que é mais um cantinho de ajuda muito carinhoso para os patinhas . http://cantinhodotareco.blogspot.com/

domingo, 9 de dezembro de 2007



Hoje estive aqui, e andei a matar as saudadinhas todas...Bem nem todas, tem de se deixar algumas para outro dia.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Um presente e uma pergunta


Recebi este presente da amiga SU do Marakoka. Estou toda babada até porque não me parece que este meu canto tenha nada assim de tão especial. OBRIGADA AMIGA!
Bem agora é a dificil tarefa de passar a pasta a mais alguns.
Agora outro assunto
Alguem sabe o que se está a passar com o blog?
Há já uns dias que a foto dos olhos do Mozart desapareceu.
Hoje fiquei sem contador de visitantes online, e está tudo em ingles. Não fiz alteração nenhuma para isto estar assim.
O que se passa?? Será uma brincadeirinha de Natal?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Crescendo


Lá vai ela a crescer devagarinho, e a dar comigo em doida por me parecer que tem certos bocados vazios, ou será que estão mais atrasaditas?
Ainda nem aos dois centímetros chegou. Tenho de ter muuuita paciência.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Ainda em relação ao almofadão, quando eu digo que ele é para todos menos para mim, é mesmo! e se fosse um bocadinho maior não se perdia nada.


Os dois peludinhos finalmente entenderam-se e agora até já brincam, embora o Mozart não alinhe em brincadeiras muito prolongadas. Quando o pequenote abusa, é posto na ordem com uma bela dentada e uma bufadela diferente. Ele entende a mensagem e vai embora com as orelhas para trás. Linguagem felina...






Com esta chuvinha tão precisa, o meu jardim ficou assim!!!!
Ai, Ai, Ai, o que eu não sei é se agora a relva ainda vai nascer, porque o que me parece é que ela foi arrastada pela água.
Querem ver que tenho de agarrar outra vez no rolo da massa? Não me apetecia muito!

Rainy

domingo, 18 de novembro de 2007

Almofadão

Há muito tempo para cá que tenho andado a guardar roupa velha, daquela que tem nódoas que não saem , e calsas das miúdas já rasgadas, enfim aquele tipo de roupa que até se tem vergonha de dar a alguém. Um dia haveria de arranjar uma solução para tudo aquilo.
O meu canto começou a ficar um bocado atulhado e feio com sacos empilhados, e resolvi acabar com aquilo de vez.
Tenho por aqui uns tecidos grossos que me deram, e não é tarde nem é cedo é já. Magiquei um almofadão quase gigante para o meu canto.
Toca a enche-lo com...Roupa velha cortada em bocadinhos para melhor se uniformizar tudo lá dentro. É claro que não chegou, e acabei por o encher com algodão sintético, e algumas bolinhas de esferovite que ainda andavam por aqui.
A determinada altura tive de interromper o trabalho e quando voltei, imaginem quem encontrei dentro do almofadão???
Ora espreitem lá!!!


É o Mateus pois então. Este maroto é um traquina e encontrou a entrada. Não foi de modas e aninhou-se lá no meio a fazer sabem o quê? Não, não foi a dormir.









Foi a comer o algodão sintético!
Ele é um verdadeiro aspirador com patas, que deambula pela casa sempre pronto para comer seja o que for.
Quando o obriguei a sair dali, voltou para lá e apanhou mais um bocado que não lhe consegui tirar. Depois apanhou as bolinhas de esferovite e, claro que também devorou algumas.
Já o apanhei a comer plástico, e parecia completamente deliciado
Escusado será dizer que quando apanha umas moscas, chama-lhes um figo.


Quando aqui apareceu, tinha 980g, agora tem 2500g, está desparasitado e pronto para as vacinas.
Tem andado num curso de boas maneiras intensivo, o que não é nada fácil para um gato adolescente.
Esta semana tem andado a aprender que os passarinhos da B. Não são para comer!!!!
Sabem, esta é uma matéria difícil, mas há-de conseguir, e passar com distinção, como o Mozart passou. Esse senta-se calmamente junto á gaiola e nem lhe toca.
Bem, lá consegui acabar o almofadão, sem que ficasse lá dentro algum recheio vivo, e agora ele é para todos menos para mim.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Relvado


Ontem foi a vez de semear a relva.

Quem nunca semeou relva até pode julgar que não é nada de mais, mas na verdade deu uma trabalheira. Senão vejamos.
*Primeiro tive de adubar a terra.
O estrume bem curtido, tem a aparência de turfa, e não tem cheiro. Portanto muni-me de uma quantidade resoável de estrume de cavalo, e toca a espalhá-lo pelo meu espacito.
*Depois é preciso passar o ancinho para o misturar com a terra. Lá vêm mais (muitas ) pedras que têm de ser apanhadas.
*Chegou a vez de deitar a semente.
O melhor é ir fazendo por fazes, para tentar fazer um trabalho homogéneo, e sem falhas.
Deita-se a semente e passa-se o ancinho para as envolver com a terra. Depois é preciso passar-lhes um cilindro pesado para elas agarrarem e enraísarem. O grande problema é que eu não tenho cilindro!!! Mas tenho de acabar o trabalho!
Por mais voltas que desse á cabeça não me conseguia lembrar de mais nada, e como quem não tem cão, caça com gato, no meu caso foi "quem não tem cilindro passa com......... o rolo da massa!"
Pois não é para rir, não senhor, é para levar muito a sério, porque é verdade. Podem vê-lo no
lado direito da foto junto ao paralelo.
Passei a tarde a "esticar" o terreno , como de massa de rissóis se tratasse. Só espero que resulte e daqui a umas semanas seja recompensada com um espasso verde.
Deu um trabalhão, e á noite tive de tomar um analgésico para as dores nos pulsos. Mas também soube bem ouvir as gargalhadas das filhas e do maridão a verem as fotos que a D. (marota) foi tirando (não as mostro não senhor).
Até amanhã