Gostam das minhas tulipas Azuis?
terça-feira, 25 de março de 2008
O meu jardim
Gostam das minhas tulipas Azuis?
quarta-feira, 12 de março de 2008
Problemas
Comprei a casa onde vivo há dois anos e, tenho neste momento as paredes com humidade. São as exteriores, ou seja as que "dão para a rua".
O problema está-se a agravar até porque dentro dos guarda fatos é onde aparece mais, e tive de tirar quase toda a roupa e praticamente amontuá-la noutros lados. Já não falando no cheiro a mofo que se começa a sentir na roupa.
Foi-me dito pelo vendedor da casa, que isto é devido ao aquecimento central que provoca condensação nas paredes, e daí o bolor alastrar nas paredes exteriores pois são as mais frias.
Ora, existe uma divisão em que nunca ligámos o aquecimento, pois não a utilizamos, e é esta que está pior...
Segundo ele, isto acontece porque a casa está bem isolada e as janelas bem vedadas o que não deixa circular o ar... daí o bolor.
??????????????
Para dizer a verdade estas explicações não me estão a agradar nada, e não me parece que seja bem assim, caso contrário todas as casas novas que se fizeram nestes ultimos dois a três anos estariam com humidade e pretas por dentro. Ou será que eu estou a ver mal a coisa?
Tenho-me lembrado dos países nórdicos, em que os invernos são rigorosos e que certamente ninguem areja as casas com temperaturas negativas. Eles também têm aquecimentos centrais, e há muito mais tempo do que nós, será que as suas casas estão cheias de humidade?
Haverá por aí alguém com conhecimentos da matéria, e que passe por aqui, que me queira, por favor, explicar o que se passa?
terça-feira, 11 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Devagar...
terça-feira, 4 de março de 2008
Mais um tapete
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Mais rabiscos para recordar

Já nem me lembrava que tinha feito isto! He, he, he.
Foi feito com esferográfica Bic.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Uma história
Especula-se muita coisa, e muita tinta tem corrido. Tem-se comentado coisas terriveis, até porque ainda todos nos lembramos muito bem da "pequena Joana", e do que lhe aconteceu...
Como cada cabeça sua sentensa não podemos dar total crédito a tudo o que ouvimos na comunicação social, mas tenho-me vindo a lembrar cada vez mais de um episódio da minha vida que aconteceu à mais de trinta anos, mas sempre ficou muito presente:
Os meus avós viviam num bairro antigo de Lisboa. A casa era já centenária, igual a tantas outras que ainda existem e que as janelas ficam a meio metro do chão da rua.

Tinha mais ou menos cinco ou seis anos, e um dia estava eu sentada no parapeito da janela á espera que alguma menina dali, chegasse para brincar. Estava proibida de sair dali pela minha mãe e avós, que constantemente me diziam que não podia sair daquela rua (que não é grande), que não podia falar com estranhos, e que não podia abrir a porta a ninguem. Como era um bocado (grande) "bicharoca" e não falava mesmo com ninguem não me custava nada cumprir aquelas imposições. Por isso ali estava eu completamente sosinha, sentada no parapeito da janela do quarto da minha bisavó, com as pernas para fora, e os pés quase a tocar o chão da rua. Em casa só estava a minha avó, que andava devagarinho, pois tinha uma tromboflebite em cada perna.
Naquela altura não havia a quantidade de carros que há agora, e aquelas ruas não tinham sido consebidas para essas modernices, por isso são bem estreitas.
Quando um carro entra na rua andando devagar direito a mim, e parando na diagonal e relação ao passeio, fiquei a olhar para ele curiosa. Era branco, e claro que não me lembro da marca. Mas lembro-me do rosto do condutor, e nunca me hei-de esquecer dele. Era de um homem magro e muito claro. Rosto oval e muito carrancudo. Não tirava os olhos de mim, e acho que foi isso que me assustou...
O outro homem que ia ao lado não me lembro do seu rosto, mas foi esse que me acenou com uma caixa de bombons, grande e linda.
-Anda cá, toma... é para ti!
Foi o que ele me disse, mas eu, como bichinho do mato que era, num ápice meti as pernas para dentro de casa e berrei a plenos pulmões pela a minha avó, enquanto corria ao seu encontro. Mas ela andava devagarinho, e quando lá chegámos, apenas havia caída no chão a caixa de bombons...vazia pois então. Do carro e seus ocupantes, nem sombras.
Não sei o que teria acontecido se eu fosse uma menina simpática, e tivesse lá ido...Onde estaria agora? Ou não teria acontecido nada?
Nunca saberei!
Mas sei que tudo isto não foi um sonho ou imaginação de criança. Lembro-me perfeitamente destes momentos, mas não faço deles um pesadelo, só os conto de vez em quando ás minhas filhas, para que elas percebam que nunca se devem aproximar de estranhos se eles as chamarem. O mundo não é uma roseira cheirosa e sem espinhos, pode até ser um lugar muito perigoso se não estivermos alertados, e atentos.
Quis partilhar esta experiência convosco, porque acho importante falarmos destas coisas escondidas no nosso passado. Todos temos a mania de dizer que "certas coisas", só acontecem aos ouros, mas esquecemo-nos que nós somos os outros para as outras pessoas, portanto não estamos livres de nada.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Coisas do coração
Retiram-se tumores, implantam-se seios e cabelos, troca-se o sexo, contrariando a propria Natureza...
Mas ainda não conseguimos fazer na perfeição, o mais importante de todos os orgãos, um coração que nos mantenha vivos, quando o nosso tem defeito.
Ainda é preciso esperar que alguém morra para poder salvar a vida de outro alguém que está em lista de espera.
Que triste que é a nossa impotência perante o que ainda não sabemos....
Mas lá chegaremos.quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Nomeações e agradecimentos

Estou toda vaidosa com este selo que recebi do Troca letras, mas a vaidade é uma coisa muito feia.
Agora vem a parte dificil que é escolher mais cinco amigos sem ofender todos os outros. De qualquer das maneiras gosto de todos os que visito.
Então cá vai:
Just Tinks... que é de uma "menina "que está a passar por uma faze muito complicada da sua vida, e que nos faz pensar que afinal nós não temos problemas nenhuns e ainda nos queixamos da vida. Um grande beijinho para ela.
Mulher a dias moderna, que nos faz rir das coisas banais do dia a dia de uma senhora simples, que faz limpesas na casa de uma outra da alta sociedade.
Bichanos do Porto, que têm ajudado tantos amiguinhos peludos a encontrar outras casas para morar.
O Profeta, que nos faz sonhar com as suas palavras mágicas.
A paixão dos sentidos, onde aprendemos coisas sobre a Natureza que nos rodeia.
.-.-.-.-.-.-.-.-.
Quero agradecer agora a todos os que deixaram o seu comentário na postagem anterior.
Ás vezes a opinião honesta de outra pessoa pode fazer a diferença entre continuar algo ou não. Já tenho abandonado outros projectos em que tentei começar, mas acabei por descobrir que não tinha jeito para tal. Desta vez vou continuar a treinar os meus rabiscos, para depois me lançar aos óleos (a tela já cá está, à uns tempos).
Gosto de rabiscar com muitos pormenores, mas este material que estou a uzar não o permite, por isso sinto-me um pouco mais realizada com os de caneta de "Tinta da China", embora as cores fortes me façam falta.
Já tenho mais dois, mas neste momento o bloguer não me deixa publicá-los. Vão ter de ficar para amanhã.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Rabiscos
Um dia destes tive uma vontade imensa de voltar a desenhar. O problema é que estou completamente destreinada, com tantos anos que já passaram desde que deixei de ter tempo para isso.
Sempre gostei de rabiscar linhas e pontinhos dando forma ao que a mão imagina.
O lápis, uma caneta Bic, qualquer coisa que escrevesse servia para passar o tempo, e o resultado era sempre mágico para mim. Tenho alguns emoldurados, mas não os consigo fotografar por causa do reflexo, mas acho que este ficou mais ou menos.
Agora comprei um conjunto de lápis de cera da Fabel Castle(não eram estes que queria, mas servem), e comecei a dar cor ás minhas linhas e rabiscos.
Estou apenas a treinar, a ver se ainda consigo alguma coisa de jeito e a testar o material, pois nunca trabalhei com cera. Brincar com as cores e com as linhas, simular astes e raízes é um desafio ao qual não digo NÃO.
Preciso de opiniões sinseras, e como as daqui de casa são suspeitas, não servem. Por isso conto com as vossas que sertamente seram honestas, mesmo para aqueles que só estão de passagem e não me conhecem, COMENTEM por favor.



